Vou tentar resumir o que aconteceu nesta mágica semana que a USP dedicou a Cabo Verde… em primeiro lugar, agradecer a sugestão do evento feito pela divina Rita Chaves

a outra divina Simone Caputo, guerreira que não foge da raia e executou a tarefa magistralmente:

Também dizer obrigada à equipe de alunos que colaborou para que tudo desse certo, representados aqui por Érica e Genivaldo:
Tudo saiu PERFEITO, e os rostos dos convidados estampavam a alegria e o encantamento de terem sido escolhidos pelo Cosmos para compartilharem aqueles momentos.
Nossa recepção foi feita já no aeroporto, com os participantess - escritores, professores, artistas, autoridades… - conduzidos ao confortável hotel Howard Johnson, em Pinheiros, bairro próximo do Campus da fenomenal Universidade de São Paulo (uma das 500 melhores Universidades do mundo e a MELHOR DO BRASIL, segundo http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2007/11/30/327390785.asp)
No primeiro dia recebemos um rico e cuidado material, contendo bolsa, bloco, caneta, a programação do evento com detalhes sobre a biografia e publicações dos conferencistas internacionais. A cerimônia de abertura ocorreu no MAC e no prédio anexo, onde se desenvolveram atividades de exposição de quadro e desfiles de trajes cabo-verdianos. Tudo foi transmitido ao vivo pela internet.


Muitos momentos poderiam ser aqui lembrados… sigo o rastreador pessoal, misturado ao acadêmico… conversas em torno das mesas como a que eu tive com o poeta Corsino Fortes…

Rever amigos queridos como Mário Lugarinho, colega da época graduação da UERJ e, hoje, professor da USP… é o que está sem terno.

Ouvir Benjamin Abdala, 
Tânia Macedo…
Saber que o crioulo de Cabo Verde, se parece muito com o nosso falar brasileiro, como explicou Dulce Almada…

Aprender sobre a presença da música brasileira em Cabo Verde com Alveno…

Reencontrar minha colega de Pós-Graduação da UFF, Sônia Santos, ela e eu há muito unidas em amizade por amor ao arquipélago…

Rever a Ministra de Cabo Verde e escritora Vera Duarte, que me brindou com a sua presença na Universidade Estácio de Sá, campus Nova América, no Encontro com a África organizado por mim e por meus alunos queridos…

Ganhar a presença e um livro de Maria Nazareth, da PUC-MG…

Ficar embevecida e virar fã de carteirinha da escritora cabo-verdiana Fátima Bettencourt, com sua inesquecível palestra e da brasileira Marilene Pereira, que por morar há 21 anos em Cabo Verde já se sente uma das ilhéus…


Conhecer Mito e o brilho da retina… Margarida e as Fontes… ambos na minha mesa de debates como professora convidada…

Ouvir a música que sempre esteve nos meus ouvidos e no meu coração.

Conhecer o Museu Afro-Brasileiro, incrustado no Parque do Ibirapuera, o único do mundo. Não deixem de visitar!!!
Andar por São Paulo, olhar o Teatro Municipal que os meus modernistas brasileiros queridos, em 1922, desafiaram e dizer: "Nossa, é mesmo possível…"

E ainda ter tempo para fazer uma "performance" no Museu de Arte Moderna:

Foram dias inesquecíveis… o coroamento de anos dedicados com seriedade aos estudos das Literaturas Africanas de Língua Portuguesa, especializada na de produção de Cabo Verde. E como se diz em crioulo: Obrigádu manenti (Eternamente obrigado)!